Capa de DVD para minha edição do Natty Narwhal
Mais uma vez, com o nosso ciclo semestral, eu atualizo minha coleção de capas para acompanhar o lançamento da nova edição do Ubuntu, a saber, a Natty Narwhal. Como já dito anteriormente, o intuito é ter uma capa para cada edição contando com suas características individuais (como mascote, cores, screenshots) porém funcionando como uma coleção ao ser colocada lado a lado com as demais na prateleira.
Todas as versões criadas estão disponíveis em meu album através desse link, em português, inglês e também sem textos para ser editada em outros idiomas. Disponibilizo esse trabalho sob a creative commons.
Firefox volta com tudo na edição 4.0
Eu confesso que, após o Firefox 3 e com a chegada do Chrome, eu resolvi experimentar e passei a gostar muito do navegador do Google. Ele aproveitava melhor o espaço vertical da tela (tendo sumido com a barra de menus), simplificou a instalação de extensões e possuia um motor de renderização realmente impressionante.
Mas com o lançamento do Firefox4, a raposa voltou com tudo. Renderização e JavaScript para bater de frente (e olha que a Mozilla se mantém fiel ao motor Gecko), aproveitamento máximo da área de navegação (alguns pixels a mais que o já espaçoso Chrome) e sem falar no enorme catalogo de extensões. Ainda temos alguns pontos a melhorar, como desmembrar os processos, mas creio que estamos proximos.
O fato é que, “nem 10 Chromes, 9 IEs ou 11 Operas podem com 4 Raposas“.
Instalando
A instalação no Windows é feita como de costume e no Ubuntu, virá por padrão com a edição Narwhal (que será lançada em abril próximo). Mas, caso não queira esperar, podemos atualizar nosso sistema facilmente através dos repositórios da Mozilla. Rodar no terminal:
sudo apt-get update && apt-get install firefox ubufox -y
Para aplicar a atualização de idioma para o nosso brazuca, é só rodar a extensão de acordo com a sua arquitetura: 32bits ou 64bits.
Extensões
Desde simplesmente mudarem aparência, até completas aplicações, as extensões são um dos grandes diferenciais. Segue as que tenho usado ultimamente:
- Copy ShortURL: Muito prático para gerar URLs reduzidas.
- Download Statusbar: Elimina a janela e traz uma reduzida statusbar quando os downloads são iniciados.
- FireBug: Indispensável para qualquer desenvolvedor web.
- FireFtp: Prático e direto ao que se precisa.
- IE Tab 2: Porque ainda precisamos testar comportamento de nossas aplicações no IE.
- FastDial: Talvez a mais útil de todas as extensões que uso. Aliás, devia ser um recurso nativo do navegador. Segue minha FastDial:

O Futuro
A Mozilla tem planos ambiciosos para o futuro da raposa. A ideia é seguir a estratégia do Google em lançar novas versões com poucos recursos mais rapidamente, a esperar mais tempo para lançar versões com muitas novidades. Com isso, esperam disponibilizar ainda em 2011 o Firefox 7 !!!
- Firefox 5: Os add-ons Account Manager (Gerenciador de Contas) e F1 Simple Sharing (compartilhamento social) deverão ser incorporados como recursos embutidos. Adição de suporte à versão de 64 bits do Windows 7.
- Firefox 6: Foco em frameworks para web apps (incluindo a adição de recursos do CSS3 e HTML5 ao sistema de renderização Gecko), otimizações em JavaScript e suporte para o Mac OS X 10.7 Lion.
- Firefox 7: Ainda um pouco incerto, mas separação de processos (Electrolysis) e mudanças no suporte a XBL são citados.
Fiquei muito satisfeito em experimentar essa nova versão e perceber o quanto a Mozilla trabalhou para colocar o Firefox de volta ao topo.
Chegou meu Senhor dos Anéis [estendida]
Em 2001 estreava nos cinemas A Sociedade do Anel, indicado a 13 oscars, levou 4 para casa. No ano seguinte, 2002, era a vez de As Duas Torres, que ficou com 2 das 6 indicações. Por fim em 2003, O Retorno do Rei fecha a trilogia com chave de ouro recebendo todas as 11 estatuetas para qual foi indicado e com isso atingindo a marca de Ben-Hur e Titanic.
Com esse reconhecimento, não foi de se estranhar quando o diretor Peter Jackson anunciou as versões estendidas de cada um dos filmes. O nome não é justo, afinal os filmes não seriam estendidos, mas sim lançados, enfim, na forma que foram concebidos, completos. O que ocorrera foi que as versões que sairam originalmente tiveram de ser ‘tesouradas’ a fim de (com uma duração menor), permitirem mais sessões diárias nos cinemas.
E agora poderíamos ver (somando os três filmes), cerca de 2 horas a mais de cenas, que até então eram inéditas. Bem, o mundo veria, mas nós brasileiros seríamos esquecidos. Durante muitos anos tivemos de nos conformar importando dos Estados Unidos ou da Europa. Tivemos de nos contentar com o filme apenas legendado ou ainda com a ‘Irmandade do Anel’, que para nós, soa estranho. Não mais. Correm boatos de que o próprio Peter Jackson fez pressão a nosso favor e a Warner finalmente lançou, para nossa completa felicidade, essa verdadeira edição de colecionadores aqui, em terras tupiniquins.
O Gregorio da Luz, que já possuia uma edição importada da Inglaterra e agora adquiriu a nacional fez um excelente trabalho em vídeo mostrando e comparando as diferenças e semelhanças entre as duas. O mais legal é a conclusão de que o nosso brasuca tenha ficado melhor que o europeu:
E por fim, segue o trailer completo da trilogia:
Não uso mais smartphone, agora tenho um computador de bolso
Tudo começou com uma simples reunião:
O dispositivo foi apresentado:
E, em seguida, o sistema operacional:
Starcraft 2: Cinematics em Portugues
O usuário siberwolf123 teve a paciência de subir todos os cinematics em português.
Assistir a todos em sequencia, é praticamente assistir a um filme, e um ótimo filme:
“Desktop effects could not be enabled” num Ubuntu 10.10 guest do VirtualBox
Assim que atualizei minhas VMs para o Maverick (Ubuntu 10.10), não consegui mais ativar os efeitos do compiz nelas. Estava com essa limitação há quase um mês e convivendo, afinal, para que efeitos? Ainda mais numa VM? Bom eu tenho usado o AWN no lugar dos paineis do GNOME e, sem o compiz, a visualização do AWN fica muito horrível. Então hoje, decidi ir mais a fundo em minhas pesquisas e achei alguns posts nos foruns do próprio VirtualBox que deram a solução.
Primeiro, precisamos da versão 3.2.10 do VirtualBox pois com o Ubuntu Maverick, muita coisa mudou na renderização de vídeo e esses ajustes foram atendidos pelos ‘Guest Additions‘ dessa última versão. Depois disso, iniciamos a VM e rodamos no terminal:
Após isso, atualizamos os ‘Guest Additions’ e pronto.
Faenza: Um pacote de ícones que vale a pena experimentar
Eu normalmente não gosto de ficar aplicando temas ao meu ubuntu, fico com o padrão e tudo bem. Mas quando vi uns screenshots desse pacote de ícones, eu precisei experimentar. O legal é que ele mantem a ideia original de cada ícone, apenas dá uma padronizada geral de forma que os ícones no desktop funcionem como parte de um todo. Abaixo um exemplo de como valorizou meu desktop.
Para fazer a instalação, primeiro vamos adicionar o repositório com:
Atualizar o repositório adicionado:
E, por fim, instalar o pacote de ícones com:
Na sequência, vá no menu: \Sistema \Preferencias \Aparencia, com o tema selecionada clique em Preferências, depois na guia Ícones e escolha o pacote Faenza. No meu caso, optei pelo Faenza-Dark.
O novo Ubuntu 10.10 em meu Dell Vostro 3300
E chegamos à época de nossa esperada atualização semestral do Ubuntu, dessa vez, o Maverick Meerkat, versão 10.10, o ‘perfect 10′. Assim como fiz com o koala e o lynx, baixei o iso via torrent (x64) para ajudar a semear para a comunidade, apliquei num pendrive e dei o boot pela USB. Com o reinicio da máquina, tudo foi reconhecido de primeira, audio, video e… até mesmo a wireless. Ao contrário das versões anteriores onde eu precisava fazer uma intervenção para habilitar a wireless, nessa o driver proprietário foi reconhecido sozinho eu apenas precisei habilitá-lo, sem recorrer à rede cabeada.
Na sequencia, dei uma navegada geral pelo sistema. Abri o youtube e sequer foi solicitado a instalação de plugins, já fazendo a reprodução naturalmente (e olha que estou usando a versão x64). Abro o rhythmbox e as músicas em MP3 são tocadas, sem exigir codecs adicionais. O mesmo com os vídeos em DivX no totem. Enfim, tudo que um usuário final espera de uma sistema operacional: que ele seja instalado e… funcione. E isso tudo, com uma simples ação por parte da canonical que foi, disponibilizar na própria instalação uma opção que o usuário marcaria para que os plugins proprietários (não opensource) já fossem instalados junto com o sistema. A única coisa que precisei acrescentar de imediato, foi o rar/unrar que fiz sem dificuldade alguma pela fantástica Central de Programas.
Depois, comecei a dar uma ajeitada no desktop para deixar do jeito que costumo usar. Uma das maravilhas do mundo linux é a customização. Primeiro instalei o AWN para substituir os painéis do gnome, incluindo o pacote de extras (awn-applets-c-extras) para disponibilizar o applet SlickSwitcher. Habilitei o compiz e ativei alguns efeitos básicos como alternação de janelas entre todos os desktops em forma de capas (com o ALT+TAB) e em forma de anel (com o SUPER+TAB) com o ccsm. Instalei o GnoMenu que recentemente passei a usar e achei muito prático. Nas configurações do gnome (gconf-editor), movi os comandos para minimizar, maximizar e fechar as janelas de volta para o lado direito com a chave/apps /metacity /general /button_layout, é só manter o conteúdo da propriedade na ordem desejada, como em “:minimize,maximize,close”, lembrando que “:” (dois pontos) indicam o lado da janela.
No Grub, farei alguns ajustes para facilitar a inicialização do sistema:
Para definir o timeout, usamos a tag: GRUB_TIMEOUT, para definir qual opção será a selecionada por padrão usaremos GRUB_DEFAULT e para remover o Recovery Mode, descomente a linha: #GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=”true”. Fechar salvando o arquivo e, para remover o memtest86, simplesmente:
Essas edições todas, não entram em vigor enquanto voce não executar o comando:
Agora, para o bom convívio de minha máquina com as demais da rede, vamos adequar algumas coisas. Vou fazer um automount de minha partição de dados (como descrevi nesse post) e configurar o compartilhamento na rede com o samba através da ferramenta system-config-samba (descrito nesse outro post). Depois, um automount de um compartilhamento de uma outra máquina na rede que uso com frequencia (como nesse post).
O VirtualBox (muito útil para rodar aquele xispezinho quando necessário) eu instalei com um deb baixado do próprio site. Mesmo por que, não me sinto a vontade com a atualização automatica dele, vai que minhas VMs parem de funcionar num momento crítico. Mas caso prefiram, na própria página de download temos as instruções para adicionar o repositório da oracle.
Pronto, agora vou queimar as mídias dessa versão (instalei via pendrive lembra?), dar um pulo na fototica para revelar a capinha e orgulhosamente divulgar essa, que desde já, é a versão mais bem finalizada desse fantástico sistema operacional. Meu note agradece:
Habilitando o poderoso GnoMenu
Primeiro vamos incluir o repositório:
Em seguida, instalaremos o GnoMenu com:
Depois, adicionamos uma instancia ao painel e definimos suas propriedades à gosto. Particularmente gosto de usar esse tema disponível no Gnome Look.












