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“Desktop effects could not be enabled” num Ubuntu 10.10 guest do VirtualBox

Assim que atualizei minhas VMs para o Maverick (Ubuntu 10.10), não consegui mais ativar os efeitos do compiz nelas. Estava com essa limitação há quase um mês e convivendo, afinal, para que efeitos? Ainda mais numa VM? Bom eu tenho usado o AWN no lugar dos paineis do GNOME e, sem o compiz, a visualização do AWN fica muito horrível. Então hoje, decidi ir mais a fundo em minhas pesquisas e achei alguns posts nos foruns do próprio VirtualBox que deram a solução.

Primeiro, precisamos da versão 3.2.10 do VirtualBox pois com o Ubuntu Maverick, muita coisa mudou na renderização de vídeo e esses ajustes foram atendidos pelos ‘Guest Additions‘ dessa última versão. Depois disso, iniciamos a VM e rodamos no terminal:

sudo apt-get install dkms build-essential

Após isso, atualizamos os ‘Guest Additions’ e pronto.

 
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Publicado por em 06/11/2010 em Tecnologia, Ubuntu, VirtualBox

 

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O novo Ubuntu 10.10 em meu Dell Vostro 3300

E chegamos à época de nossa esperada atualização semestral do Ubuntu, dessa vez, o Maverick Meerkat, versão 10.10, o ‘perfect 10′. Assim como fiz com o koala e o lynx, baixei o iso via torrent (x64) para ajudar a semear para a comunidade, apliquei num pendrive e dei o boot pela USB. Com o reinicio da máquina, tudo foi reconhecido de primeira, audio, video e… até mesmo a wireless. Ao contrário das versões anteriores onde eu precisava fazer uma intervenção para habilitar a wireless, nessa o driver proprietário foi reconhecido sozinho eu apenas precisei habilitá-lo, sem recorrer à rede cabeada.

Na sequencia, dei uma navegada geral pelo sistema. Abri o youtube e sequer foi solicitado a instalação de plugins, já fazendo a reprodução naturalmente (e olha que estou usando a versão x64). Abro o rhythmbox e as músicas em MP3 são tocadas, sem exigir codecs adicionais. O mesmo com os vídeos em DivX no totem. Enfim, tudo que um usuário final espera de uma sistema operacional: que ele seja instalado e… funcione. E isso tudo, com uma simples ação por parte da canonical que foi, disponibilizar na própria instalação uma opção que o usuário marcaria para que os plugins proprietários (não opensource) já fossem instalados junto com o sistema. A única coisa que precisei acrescentar de imediato, foi o rar/unrar que fiz sem dificuldade alguma pela fantástica Central de Programas.

Depois, comecei a dar uma ajeitada no desktop para deixar do jeito que costumo usar. Uma das maravilhas do mundo linux é a customização. Primeiro instalei o AWN para substituir os painéis do gnome, incluindo o pacote de extras (awn-applets-c-extras) para disponibilizar o applet SlickSwitcher. Habilitei o compiz e ativei alguns efeitos básicos como alternação de janelas entre todos os desktops em forma de capas (com o ALT+TAB) e em forma de anel (com o SUPER+TAB) com o ccsm. Instalei o GnoMenu que recentemente passei a usar e achei muito prático. Nas configurações do gnome (gconf-editor), movi os comandos para minimizar, maximizar e fechar as janelas de volta para o lado direito com a chave/apps /metacity /general /button_layout, é só manter o conteúdo da propriedade na ordem desejada, como em “:minimize,maximize,close”, lembrando que “:” (dois pontos) indicam o lado da janela.

No Grub, farei alguns ajustes para facilitar a inicialização do sistema:

sudo gedit /etc/default/grub

Para definir o timeout, usamos a tag: GRUB_TIMEOUT, para definir qual opção será a selecionada por padrão usaremos GRUB_DEFAULT e para remover o Recovery Mode, descomente a linha: #GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=”true”. Fechar salvando o arquivo e, para remover o memtest86, simplesmente:

sudo chmod -x /etc/grub.d/20_memtest86+

Essas edições todas, não entram em vigor enquanto voce não executar o comando:

sudo update-grub

Agora, para o bom convívio de minha máquina com as demais da rede, vamos adequar algumas coisas. Vou fazer um automount de minha partição de dados (como descrevi nesse post) e configurar o compartilhamento na rede com o samba através da ferramenta system-config-samba (descrito nesse outro post). Depois, um automount de um compartilhamento de uma outra máquina na rede que uso com frequencia (como nesse post).

O VirtualBox (muito útil para rodar aquele xispezinho quando necessário) eu instalei com um deb baixado do próprio site. Mesmo por que, não me sinto a vontade com a atualização automatica dele, vai que minhas VMs parem de funcionar num momento crítico. Mas caso prefiram, na própria página de download temos as instruções para adicionar o repositório da oracle.

Pronto, agora vou queimar as mídias dessa versão (instalei via pendrive lembra?), dar um pulo na fototica para revelar a capinha e orgulhosamente divulgar essa, que desde já, é a versão mais bem finalizada desse fantástico sistema operacional. Meu note agradece:

 

 
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Publicado por em 10/10/2010 em Tecnologia, Ubuntu, VirtualBox

 

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Meu Dell Vostro 1510 com o novo Ubuntu 10.04

Editado: Com o lançamento, instalei  o Maverick (10.10), minhas impressões.

Após algumas semanas do lançamento, finalmente consegui um tempinho para fazer a semestral atualização de meu notebook, a saber, um Dell Vostro 1510. Assim como ocorreu com o koala, a experiência do Lynx foi gratificante.

Baixei o iso, x64 claro, queimei uma mídia e dei o boot. Com o reinício, o programa de instalação é iniciado e já temos o primeiro contato com a nova interface super bem acabada. Desse ponto podemos rodar o live cd e experimentar o sistema operacional ou já partir pras cabeças como eu fiz.

Com o termino da instalação, a maquina subiu com quase tudo reconhecido e funcionando ‘out of the box’. Vídeo e áudio, impecáveis, exuberante. Para a rede wireless, assim como na versão anterior foi preciso uma intervenção, pluguei na rede cabeada e rodei:

sudo apt-get install b43-fwcutter

Com um boot o sistema identificou um driver, instalou e eu já tinha rede sem fio, despluguei da cabeada e não pluguei mais.

Em seguida, ajustei as configurações da raposa colocando os plugins que sempre uso Fast Dial, X Marks, DownThenAll e Hide Menu. Dei uma navegada básica experimentando alguns sites, checando a velocidade, tudo muito bom. Visitei o YouTube, o download para um plugin do flash foi oferecido, escolhi o próprio da adobe. Percebi que o conhecido bug do flash com a arquitetura x64  ainda tá aqui. Explicando: numa página com um vídeo embedded, os controles não são acessíveis. Voce clica e nada ocorre. ‘Not a big deal’, clicando com o botão direito fora do vídeo e mantendo clicado, arrastamos o cursor para dentro do vídeo e clicamos com o esquerdo normalmente. Insano, mas contorna o problema e para mim é suficiente.

Aproveitei para instalar outros plugins, como MP3 (só de abrir o rhythmbox as opções para download são oferecidas),  DivX (fazendo o mesmo com o totem) e Rar/Unrar (disponível no próprio synaptic).

Depois, estava na hora de dar uma ajeitada no desktop para deixá-lo do jeito que costumo usar, remover o painel superior, mover para o painel inferior os gadgets de notificação, ajustar a questão da transparência como descrevi nesse post, substituir o menu original pelo mais compacto e instalar a dockbarx que, além de funcionar como atalho para os programas mais usados, substitui a taskbar otimizando o espaço. Para a dockbar, adiciono o repositório e disparo a instalação com:

sudo add-apt-repository ppa:dockbar-main/ppa
sudo apt-get update && sudo apt-get install dockbarx
sudo apt-get install dockbarx-themes-extra

Habilitei o compiz e ativei apenas alguns efeitos básicos, como alternação de janelas entre todos os desktops em forma de capas (com o Alt+Tab) e em forma de anel (com o Super+Tab). Para facilitar, o simple-ccsm, disponível na própria central de programas, vem bem a calhar. Nas configurações do gnome (gconf-editor), ativei a opção que faz com que os menus de sistema tenham de volta seus ícones em: /desktop /gnome /interface /menus_have_icons, disponibilizei a lixeira no desktop através de /apps /nautilus /desktop /trash_icon_visible e movi os comandos para minimizar, maximizar e fechar as janelas de volta para o lado direito com a chave /apps /metacity /general /button_layout, é só manter o conteúdo da propriedade na ordem desejada, como em “:minimize,maximize,close”, lembrando que “:” (dois pontos) indicam o lado da janela.

Para o acesso das máquinas da rede com o windows, o samba pode ser configurado manualmente, ou com um assistente que é o caso do system-config-samba, também disponível na central de programas. Eu já o tinha usado anteriormente e recomendo. Por algum motivo que não entendi, o serviço do samba parecia não inicializar automaticamente quando eu bootava a maquina, para contornar:

sudo /etc/init.d/smbd restart

Na sequencia, para o VirtualBox, usei o repositório e instalei com:

deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian lucid non-free
wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/sun_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

O programa funcionou perfeitamente por alguns dias e passou a apresentar o erro: ‘VirtualBox error: Kernel driver not installed (rc=-1908)‘. Pesquisando um pouco, cheguei à seguinte solução:

sudo aptitude update
sudo aptitude install dkms
sudo /etc/init.d/vboxdrv setup

Eu não uso (por enquanto, pelo menos) o serviço nativo Ubuntu One, prefiro o Dropbox onde já tenho 3 gigas de espaço (ainda pode aumentar) e suporta outras plataformas (sim, eu ainda dependo do windows para algumas coisas). Para instalá-lo, usei esse pacote deb baixado do próprio site. Durante a instalação desse plugin do nautilus, o engine também é baixado e instalado. Depois o assistente solicita o login (nesse momento pode-se criar um gratuitamente, recomendo esse link pois eu ganho uns meguinhas, rsrs) e escolhemos a pasta que será sincronizada com a nuvem (será acrescentado a subpasta dropbox na pasta escolhida).

E finalmente chegamos ao Grub, onde farei alguns ajustes para facilitar as escolhas:

sudo gedit /etc/default/grub

Para definir o timeout, usamos a tag: GRUB_TIMEOUT e para remover o Recovery Mode, descomente a linha: #GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=”true”. Fechar salvando o arquivo e, para remover o memtest86, simplesmente:

sudo chmod -x /etc/grub.d/20_memtest86+

Essas edições todas, não entram em vigor enquanto voce não executar o comando:

sudo update-grub

Ainda instalarei mais alguns programas, como o K9Copy, GIMP, Chrome e Comix. Talvez o OpenShot, vou dar uma avaliada antes no PiTiVi. E, provavelmente o Mono Develop, Banshee e Wine. Mas isso será mais para frente. Por hora, vou usufruir dessa release que, desde já, promete.

E que venha o Maverick.

 
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Publicado por em 14/05/2010 em Firefox, Tecnologia, Ubuntu, VirtualBox

 

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Atalho direto para máquina virtual do VirtualBox

Para facilitar o acesso, gostaria de poder abrir uma determinada VM que uso com frequencia, com um link direto. Não precisando abrir o virtualbox e de sua IDE, inicializar a VM desejada. Para isso, criaremos um atalho com o comando:
VBoxManage startvm [NomeMaquinaVirtual]

 
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Publicado por em 08/05/2010 em Ubuntu, VirtualBox

 

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Vista com XP Mode

A Microsoft tem se vangloriado de que o novo Windows Seven possuirá o XP Mode. Algo que, permitiria rodar aplicações XP nativamente como se estivesse mesmo rodando no próprio XP. E isso estaria integrado de tal forma ao seven que seria transparente, voce poderia ter janelas Seven e janelas XP no mesmo desktop e tals. Porém esse “recurso” estaria disponível apenas para máquinas um pouco mais parrudas.

Oras, eu uso um XP Mode no Windows Vista a tempos… eu uso o fantástico VirtualBox. Com ele, eu posso ter uma máquina virtual XP instalada do jeitinho que EU quiser e com um simples CTRL+L, ativo o Seamless Mode. Dessa forma, a janela do VirtualBox se integra ao desktop host como na imagem abaixo.

Vista com XP Mode

Vista com XP Mode

 
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Publicado por em 02/06/2009 em Tecnologia, VirtualBox, WinVista

 

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Instalando o VirtualBox no Ubuntu

Já instalei o programa em meu dualboot com o Vista, agora vou tratar da instalação no ubuntu, no caso, o Intrepid.

Nos repositórios temos a “versão free” disponível, ou seja, seria só usar o Synaptic e pronto, mas eu preciso de uns recursinhos (como USB) que só tem na versão “não free para uso comercial”. Como meu uso não é comercial mesmo, é só baixar o pacotinho do site oficial, e executá-lo.

É isso e pronto, está funcionando. Agora, meu intuito é poder usar a mesma imagem (mesmo VDI) com o WinXP tanto de dentro do Vista, quanto de dentro do Ubuntu. Eu já tenho esse VDI montadinho com todo meu ambiente de desenvolvimento, então a única coisa que preciso fazer é criar uma nova maquina virtual apontando para o VDI que se encontra em minha partição NTFS (afinal, ela precisa ser lida pelo Vista também). Eu já dei um “automount” nessa partição, dessa forma, sempre que “bootar” pelo ubuntu, a partição estará montada.

Como todos meus dados ficam fora da VDI, ou seja, num compartilhamento em minha maquina host (partição NTFS), e os programas dentro das maquinas virtuais devem acessar e editar esses arquivos “via rede”, a primeira dificuldade que encontrei foi conseguir acessá-los, afinal é uma maquina windows acessando pastas compartilhadas pelo ubuntu de uma partição NTFS. Mas consegui resolver isso conforme descrevi nesse post.

virtualbox-usbaviso1Após isso, o que mais me deu trabalho foi o uso de um pendrive via USB de dentro da VDI. A princípio logo de cara o erro ao lado ocorre só de se acessar as propriedades da maquina virtual. Algo semelhante ocorria também no hardy heron, mas a solução que se usava nele, não se aplica ao intrepid. Aqui, devemos adicionar nosso usuário ao grupo vBoxUsers, conforme imagem abaixo (isso devia se fazer no hardy também).
vboxusers

E depois devemos editar o fstab:

sudo gedit /etc/fstab

E acrescentar umas instruções para a montagem do dispositivo usb:

#usbfs
none /proc/bus/usb usbfs devgid=46,devmode=666 0 0

Eu não sei ao certo o que esses parâmetros querem dizer mas, encontrei recomendações de uso de 664 para o devmode e também sobre usar o ID do grupo vBoxUsers para o devid. A linha acima para mim funcionou belezinha, mesmo o ID do vBoxUsers em minha maquina sendo 125.

Mas o fato é que, com isso eu posso “bootar” minha máquina tanto pelo ubuntu quanto pelo vista e usar a mesma maquina virtual com o WinXP onde quer que esteja. E olha o que o Seamless mode do Virtualbox me permite fazer:
desktop

 
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Publicado por em 02/01/2009 em Tecnologia, Ubuntu, VirtualBox

 

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