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Vista com XP Mode

A Microsoft tem se vangloriado de que o novo Windows Seven possuirá o XP Mode. Algo que, permitiria rodar aplicações XP nativamente como se estivesse mesmo rodando no próprio XP. E isso estaria integrado de tal forma ao seven que seria transparente, voce poderia ter janelas Seven e janelas XP no mesmo desktop e tals. Porém esse “recurso” estaria disponível apenas para máquinas um pouco mais parrudas.

Oras, eu uso um XP Mode no Windows Vista a tempos… eu uso o fantástico VirtualBox. Com ele, eu posso ter uma máquina virtual XP instalada do jeitinho que EU quiser e com um simples CTRL+L, ativo o Seamless Mode. Dessa forma, a janela do VirtualBox se integra ao desktop host como na imagem abaixo.

Vista com XP Mode

Vista com XP Mode

 
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Publicado por em 02/06/2009 em Tecnologia, VirtualBox, WinVista

 

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Matrix rodando sobre o Ruindows

 
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Publicado por em 21/11/2008 em Tecnologia, Ubuntu, WinVista

 

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Minha primeira tentativa de instalação do Ubuntu

Minha primeira tentativa de instalação do Ubuntu já foi bastante tranqüila, a máquina possuía o Windows Vista instalado numa partição de 23 gigas e uma outra partição de 65 gigas onde deixo meus dados. Quando criei essas partições ao instalar o Windows, deixei no final do HD ainda um espaço de uns 5 gigas para testar o Linux.
Fiz o download do ISO, queimei minha mídia, coloquei no drive de CD e reiniciei o notebook. A saber, um Powernote m570 (Core2 Duo de 2ghz, tela de 17” wide, 2 gigas de RAM e uma GeForce GO 7950 GTX com 512 megas dedicados) com um belo review aqui.
Na tela de inicialização, defini o idioma português e escolhi a opção para testar a aplicação sem alterar as configurações da maquina. Após iniciado, o sistema exibe a tela da aplicação quase idêntica à como ficará depois de instalado.
Esse é o conceito do LiveCD, daqui podemos navegar na net, acessar a rede, abrir documentos, etc. Um recurso muito interessante para acessarmos o conteúdo de máquinas com algum problema de inicialização.
Um dos ícones na área de trabalho é o ‘instalar o sistema no computador’. Com um duplo-clique, a instalação em si será iniciada nos levando a um pequeno assistente bastante intuitivo onde informaremos o idioma, localização geográfica e teclado.
O próximo passo do assistente é talvez o mais importante para garantir o funcionamento do dual boot que desejamos, o particionamento do HD. Primeiro escolheremos a opção manual e na seqüencia as partições. Duas delas já estão definidas no meu caso, são as duas criadas pelo Windows. Vamos então adicionar uma partição com o tipo ext3 e ponto de montagem em /, que é onde o Linux será instalado e terá todos os programas e documentos, e uma com o tipo swap que seria mais ou menos equivalente ao arquivo de paginação do Windows. Não irei me preocupar com partições com ponto de montagem em home, boot, etc.
Depois de definir nome de máquina, usuário, senha, é só avançar e concluir. A instalação irá mostrar o progresso até que acabe, o que dependerá de caso a caso. Se tudo correr bem, após a inicialização da máquina a tela de seleção de boot do Grub será exibida com opções para o Windows e Ubuntu reconhecidas automaticamente.
Bom, não foi exatamente o meu caso e esse será o assunto do próximo post.
 
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Publicado por em 01/08/2008 em Ubuntu, WinVista

 

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Existe vida além da janela ?

Depois dessa experiência inicial, ainda avaliei superficialmente outras distribuições como o Mandriva, Kubuntu(ubuntu com KDE) o nosso brazuca Kurumin e até mesmo o tão falado gOS (não há dúvida que aquela taskbar deixa qualquer um empolgado). Experimentei as diferenças entre Gnome e KDE (por enquanto tenho preferido o primeiro) e comparei os aplicativos de uso diário (como pacote office, internet, eMail e IM) entre as versões que sempre usei no windows com os equivalentes do pinguim.
Com isso tudo o que posso dizer por hora é que, o Ubuntu é o que mais me agradou (pelo menos por enquanto). Instalação simples para um usuário novo nesse mundo, documentação farta em foruns e comunidades, bastante customizável, muita documentação, um gerenciador de atualizações organizado e com conteúdo, documentação e documentação. Já mencionei a documentação ?
A impressão inicial que eu tinha do Linux ser desorganizado (como comentei em meu post anterior) tem caído por terra. Hoje vejo que, se voce achar uma distribuição que lhe agrade e se focar nela, verá que tem tudo (ou quase tudo) que tem no ambiente windows… ora bolas, temos até uma especie de live update que mantém seu sistema operacional sempre atualizado com os últimos patches.
Em se tratando de pacote office, o Open Office não faz feio e trata as tarefas triviais de um escritório como gente grande. Pessoalmente eu já não usava o office nem mesmo no windows, primeiro por não ser uma tarefa comum de meu dia-a-dia e depois por que o que preciso, já tenho feit
o no Google Docs a tempos.
Com relação ao cliente de eMail, confesso que nem o abri. Assim como em meu ambiente windows nem tenho instalado outlook ou qualquer outro. Prefiro usar webmail, mas precisamente o Google Mail que uso para centralizar todas minhas 4 contas num único lugar e, não tenho dúvida, se trata do melhor serviço de webmail que existe (meu amigo yahoo que me desculpe).
Quanto à IM, bem o MSN tem muitos recursos e uma interface sem igual, mas creio ser possível sim viver com o Pidgim. Seria melhor ainda se ele se conectasse também ao serviço do Skype, mas como não o faz, é só baixar o instalador para Linux do próprio site.
Por fim, chegamos ao navegador, bem… Já uso o firefox no windows a muito tempo e apenas fico feliz de poder continuar usando-o em qualquer sistema que instale em minha máquina.
XP dentro do UBUNTUResumindo, se minha vida à frente do computador se resumisse às tarefas triviais, tenho hoje plena certeza de que poderia migrar de cabeça num sistema linux como o ubuntu. Mas, infelizmente (ou não) esse que vos escreve ganha a vida como desenvolvedor, e utilizando ferramentas microsoft como vb6, SQL Server, vb.Net, Asp.Net, etc. Isso significa que minha busca por um ambiente Linux que supra minhas necessidades diárias vai ser um pouco mais dificil, mas não impossível. Em breve embutiremos o fator virtualização na jogada.

 
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Publicado por em 17/06/2008 em Tecnologia, Ubuntu, WinVista

 

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Vista Aero vs Ubuntu Compiz

Quem me conhece sabe que sempre fui muito crítico ao Linux e sua filosofia. O único motivo para isso sempre foi o fato de (por termos 437 milhões de distribuições) cada uma cuidar do seu próprio nariz e as melhorias de uma não se aplicarem a outra e tals. Eu estava enganado.

Alguns meses atrás uma nova frota de notebooks foi adquirida no escritório e, lembro-me que durante a apresentação dos modelos, era evidenciado o recurso ‘Aero’ do Windows Vista. As máquinas não eram brinquedinho não, Core2 Duo de 2 Gghz [64bits], 2 Gigas de RAM, uma nVidia GeForce GO 7950 GTX com 512 Megas dedicados e uma tela de 17 polegadas. Tudo isso para desenvolvimento e web design. Acreditem, desde que peguei a máquina, os únicos joguinhos que rodei nela são os emuladores de genesis e snes.

Mas, como dizia, durante a apresentação os vendedores usaram e abusaram dos recursos do Aero e, para quem ainda estava habituado ao velho (e melhor OS da M$) WinXP, aquilo tudo parecia uma maravilha visual. Quão inocente eu era. Recentemente, tive a oportunidade de ver esse vídeo que compara os recursos gráficos do Aero com o Compiz (dentro do Ubuntu), meu queixo foi ao chão.

Precisava testar aquilo tudo em minha máquina e fazer um óbvio comparativo de aproveitamento de hardware. Para isso, preparei a instalação do Vista crua numa partição e do Ubuntu em outra. A instalação do windows transcorreu relativamente bem, exceto por ter de usar meu CD de drivers para reconhecer a placa de vídeo. Já o Linux, também não a instalou mas trouxe o alerta de que um driver proprietário existia com a opção direto para o download e instalação do mesmo. Ainda tive de habilitar o Compiz no Ubuntu que não vem por default. Mas se analisarmos, o Aero também só é habilitado após voce estar com os drivers da placa de vídeo atualizados e rodar aquele utilitário que avalia o seu hardware, recebendo uma boa pontuação, o Aero é disponibilizado.

Com Windows Vista numa partição e Ubuntu Hardy Heron em outra, estou apto a ‘bootar’ a máquina com qualquer dos sistemas quando bem desejar e, fazendo isso, meu queixo foi ao chão pela segunda vez… Apenas com o sistema operacional rodando sem nenhum outro serviço ‘startado’, o Vista+Aero consome pelo menos 700 megas, o Ubuntu+Compiz não passa de 300 megas e pelo vídeo acima, podemos ver que os efeitos do Compiz dão um ‘sopapo’ no coitado do Aero.

Veja bem, para um desenvolvedor, isso tudo não passa de frescurites desnecessárias no dia-a-dia, mas isso me levou a uma questão que tem me atormentado: Se ele administra tão bem a memória da máquina, o que não faria com as demais tarefas ? Essa dúvida eu tenho tentado constatar numa série de testes que estou fazendo para verificar a possibilidade de substituir meu ambiente windows por um ambiente linux.

 
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Publicado por em 16/06/2008 em Tecnologia, Ubuntu, WinVista

 

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